Mato Grosso

Mauro Mendes nega irregularidades em acordo com a Oi e atribui investigação a adversários políticos

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O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou que não houve irregularidades no acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi, que resultou no pagamento de mais de R$ 308 milhões à companhia. Em vídeo publicado nas redes sociais, o candidato ao Senado negou qualquer relação com os fundos de investimento citados no inquérito da Polícia Federal, que teriam recebido os recursos.

Durante a manifestação, Mauro atribuiu a repercussão do caso a uma articulação de adversários políticos. Ele citou os senadores Jayme Campos (União Brasil) e Carlos Fávaro (PSD), além dos candidatos ao Senado Pedro Taques (PSB) e Janaina Riva (MDB), afirmando que a investigação estaria sendo utilizada para prejudicar sua candidatura.

O ex-governador declarou que o acordo foi realizado dentro da legalidade e contou com o aval do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), do Ministério Público de Contas e do Ministério Público de Mato Grosso. Segundo ele, o Estado chegou a um acordo para pagar R$ 308 milhões, embora o valor inicialmente devido fosse de R$ 580 milhões.

Mauro também reiterou que nem ele nem integrantes de sua família possuem qualquer vínculo com os fundos de investimento que receberam os recursos provenientes do acordo.

Ao comentar o episódio, o ex-governador relembrou uma operação policial realizada em 2014, quando era prefeito de Cuiabá. Segundo ele, a ação provocou prejuízos à sua vida pessoal e empresarial, incluindo a perda de crédito bancário e a recuperação judicial de suas empresas.

Na parte final do pronunciamento, Mauro voltou a criticar adversários políticos, afirmando que estaria sendo alvo de ataques motivados pelo cenário eleitoral e declarou que continuará defendendo sua atuação à frente do Governo de Mato Grosso.

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