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Botelho reafirma candidatura a prefeito, mas sódefine sigla para disputa em 2024

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União Brasil), reafirmou ser candidato à Prefeitura de Cuiabá no próximo ano, no entanto, frisou que as tratativas dentro de sua sigla não vão ocorrer neste ano, desta forma, terá de esperar o momento certo para tratar do assunto.

Botelho tenta emplacar seu nome dentro do União, porém enfrenta o ex-presidente da sigla e
deputado federal, Fábio Garcia. Para ser candidato, só tem dois caminhos, vencer Fábio internamente ou “pular do barco” e encontrar uma nova sigla.

“Eu vou continuar fazendo o meu trabalho, embora às discussões partidárias devem se afunilar no ano que vem, é o entendimento da maioria, de todos os candidatos, de todos os pré-candidatos, que essa discussão deve ser feita entre janeiro até início de maio. Então eu vou com muita calma esperar esse tempo”, disse ele, na manhã desta segunda-feira (12), em seu retorno à Assembleia.

O presidente do Legislativo foi questionado sobre qual será seu futuro se não conseguir construir seu nome dentro do UB. Neste cenário, uma das possibilidade seria a de migrar ao PSD do ministro de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro. No entanto, Botelho assegurou que não vai criar possibilidades neste momento, pois seu grupo político vai tratar do assunto somente no próximo ano, baseado no entendimento da “maioria”.

“Essa discussão vai ser feita no próximo ano. No próximo ano vamos discutir isso, todos os pré-candidatos, todos do grupo político, entendem que essa discussão ocorra ano que vem. Então eu vou deixar isso para o ano que vem e nem vou criar possibilidades nenhuma”, reiterou.

Momento certo

O governador Mauro Mendes (União Brasil) sempre foi o grande defensor de que às eleições
deveriam ser tratadas no momento oportuno, ou seja, apenas às vésperas do pleito. Botelho, por outro lado, queria que o partido definisse quem seria o nome ao Palácio Alencastro, em uma das eleições que prometem ser das mais acirradas.

Acontece que Mauro tem simpatia por seu correligionário Fábio Garcia, colocando Botelho em
uma posição desconfortável. A história tende a se repetir como nas eleições de 2022, ao Senado, quando Neri Geller (PP), que pertencia ao grupo de Mauro, queria o apoio do chefe do Executivo.

Entretanto, Mauro defendia a realização de um “palanque aberto”, por ter três candidatos
querendo seu apoio. O governador definiu o apoio somente no fim, selando às vésperas, o acordo com Wellington Fagundes (PL), que buscava a reeleição e encabeçava o projeto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Mato Grosso.

Nesta “indecisão” de Mauro e de seus aliados, a pré-candidata à época, Natasha Slhessarenko
(PSB), também teve o projeto abortado, sendo forçada a recuar da disputa por dois motivos: a
Executiva Nacional queria que ela compusesse com Neri e o Diretório Estadual, liderado pelo deputado Max Russi, queria subir ao palanque de Mauro, mesmo estando preso à aliança de apoio a Lula (PT).

Fonte: RDNews

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