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Comerciantes de Chapada relatam quedas de energia frequentes

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Um dos principais polos turísticos de Mato Grosso, o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, vem sofrendo com uma série de apagões que ameaçam a experiência de turismo na região. Os balneários localizados ao longo da MT-251, após a comunidade do Rio dos Peixes, estão enfrentando uma crise intermitente de energia elétrica que se prolonga há dias.
A situação, que inicialmente parecia ser um problema isolado de apagão, evoluiu para uma série de eventos. No último sábado, uma interrupção prolongada de energia começou por volta das 14h, persistindo até as 2h30 de domingo, causando inconvenientes significativos para residentes e visitantes, bem como um impacto direto nas atividades turísticas.
O domingo viu uma continuação desse problema, com outra falta de energia das 10h às 19h, ameaçando a segurança dos turistas e prejudicando as atividades na região. A instabilidade energética persistiu na segunda-feira, com oscilações frequentes, acrescentando incerteza à vida dos comerciantes do local.
A terça-feira registrou uma maior estabilidade no fornecimento de energia elétrica, mas foi seguida por mais oscilações na quarta-feira, ampliando o desconforto e a preocupação dos moradores e empresários locais. A quinta-feira trouxe várias quedas de energia, aumentando ainda mais o caos e a frustração. Na sexta-feira, a energia falhou novamente, agravando ainda mais a situação, que já era crítica.
A falta de energia elétrica tem impactado severamente os balneários após a comunidade do Rio dos Peixes, comprometendo a economia local e prejudicando a qualidade de vida dos moradores. O turismo, que é a espinha dorsal da região e um dos principais atrativos de Mato Grosso, tem sofrido com prejuízos devido à instabilidade energética.
Enquanto os visitantes enfrentam noites escuras e experiências turísticas desconfortáveis, os empresários locais veem seus negócios prejudicados pela crise contínua. A falta de ação por parte das autoridades e da empresa de energia responsável agrava ainda mais a situação, deixando a população e os empresários locais ansiosos por uma solução imediata.

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