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Abilio defende Bolsonaro e detona Maggi, Dorner e Fávaro em MT

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), disparou diversas críticas e alfinetadas aos políticos que comemoraram a prisão definitiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O fiel escudeiro do Mito não poupou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD); o ex-governador Blairo Maggi (PP) e nem o prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), que é seu correligionário.

Fávaro riu e debochou de Bolsonaro. “Vi um posicionamento do Fávaro falando que se o Bolsonaro não está acostumado com tornozeleira, então tem que ir para a cadeia e coisa e tal. Eu imagino que o Fávaro deve estar acostumado com tornozeleira para falar uma coisa dessa ou ele sabe de alguém que está acostumado ou que deveria estar usando”, disparou Brunini nesta quinta-feira (27).

Segundo o prefeito, o ministro está acostumado a conviver em ambientes com “descondenados e ex-condenados”. “Ele está com um ciclo muito próximo das pessoas que estavam envolvidas na Lava Jato, que se acostumaram por um determinado tempo a usar tornozeleira, talvez esse comentário dele venha por isso. Mas nós, aqueles que trabalham de forma honesta, íntegra e corretamente, não devemos estar acostumados com isso. Porque isso é uma exceção a um Estado Democrático de Direito”, completou.

Já Dorner disse que o ex-presidente preso e inelegível é “carta fora do baralho”, que não representa a direita e não é dono do PL. “Alguns prefeitos que estão aí com sentimento de remorso ou tristeza porque o Bolsonaro não apoiou eles em alguma ocasião política, esses prefeitos também eu deixo o recado. Você estar dizendo que é de direita, então comemore o Estado Democrático de direita e não um Estado de exceção”, alertou.

Na visão de Abilio, não há possibilidade alguma de um político brasileiro dizer que é de direita e comemorar a prisão do Bolsonaro porque há uma sequência de irregularidades e ilegalidades e alguém de direita não pode comemorar isso. Por fim, afirmou que o ex-governador Blairo Maggi, que disse que políticos se solidarizaram com Bolsonaro apenas para não perder votos em 2026, não tem mais espaço na política de Mato Grosso.

“Eu vi vários comentários falando que tem gente se posicionando como solidário ao Bolsonaro por causa de questão eleitoral ou de urna. O que eu percebo é que aqueles que já não tem mais espaço na política mato-grossense ou aqueles que gostam da corrupção ou que estão envolvidos na corrupção são aqueles que comemoram a situação que o Bolsonaro está”, criticou.

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