
O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), anunciou o fim dos chamados radares “caça-níqueis” na capital mato-grossense. A atual gestão optará pela substituição dos equipamentos por lombadas eletrônicas com sinalização visível e clara à população. Conforme o gestor, o contrato com a empresa responsável pelos radares será encerrado no dia 7 de julho.
A medida representa uma resposta à insatisfação popular com a atuação dos radares escondidos, considerados injustos por muitos motoristas. “Esses radares escondidos, que a gente chama de caça-níqueis, não vão mais existir em Cuiabá. Vamos trabalhar com lombadas eletrônicas, com display, contador e sinalização clara da velocidade”, afirmou Brunini nesta semana.
A Prefeitura já estuda a abertura de nova licitação ou adesão a uma ata existente para contratar uma nova fornecedora de serviços de monitoramento eletrônico de velocidade. No entanto, o novo contrato excluirá os equipamentos considerados armadilhas, muitas vezes escondidos e sem a devida sinalização, que geram multas sem cumprir função educativa.
A nova medida visa tornar mais transparente a fiscalização do trânsito e, sobretudo, garantir a segurança viária. O prefeito destacou que a mudança tem como foco principal a preservação de vidas, especialmente em locais com histórico de acidentes, como o Contorno Leste e a Avenida Tenente-Coronel Duarte (antiga Prainha).
Brunini citou como exemplo positivo os equipamentos já existentes em frente ao Colégio Dom Pedro II e ao Mercado Paulista, na estrada da Chapada (MT-251), que contam com redutores de velocidade bem sinalizados e com display digital. Ainda de acordo com o prefeito, na Avenida Miguel Sutil todos os radares ocultos também serão substituídos por lombadas eletrônicas visíveis.
A medida é reforçar o caráter educativo da fiscalização. “Esses novos equipamentos terão a função clara de salvar vidas. A população vai saber exatamente onde estão, porque estarão bem visíveis. Já locais como a Dom Bosco, perto do Coração de Jesus, e o Moitará, onde há radares escondidos, vão ser desativados”, garantiu.
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