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Carlos Fávaro diz admirar Pedro Taques e sinaliza “reconciliação” em MT

Prestes a deixar o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para concorrer à reeleição ao Senado, o ministro Carlos Fávaro (PSD) negou ter qualquer impedimento em dividir o palanque ou concorrer ao lado do ex-governador Pedro Taques (PSB) pelo bloco da esquerda. A relação entre ambos ficou estremecida depois que o titular do Mapa renunciou ao cargo de vice-governador pouco antes de Taques disputar a reeleição, no início de 2018.

Fávaro buscou minimizar o desgaste e afirmou que admira a trajetória do ex  e potencial) aliado. Em entrevista após evento com representantes de instituições financeiras em Cuiabá, o ministro destacou que as alianças dependem de planejamento e não apenas de questões afetivas.

“A reconciliação é para quando há alguma divergência ou momento de ruptura pessoal e não existe isso. Tenho grande respeito pelo ex-governador e admiração pelo seu legado, mas a construção de chapas vai além das relações pessoais. São estratégias das federações. Eu tenho uma preferência pessoal para a segunda vaga, já alinhei com entidades representativas de classe que abonam essa escolha e, mais adiante, se confirmado, faremos o anúncio”, disse o ministro. Fávaro também analisou o atual cenário eleitoral para a Câmara Alta, observando que, até o momento, o número de postulantes ao cargo é inferior ao de pleitos anteriores e defendeu que uma pluralidade de nomes é benéfica para o processo democrático e para a escolha do eleitor.

“O cenário é excelente, acho até que está faltando candidatos. Nas duas vezes em que fui candidato ao Senado, disputamos com 11 candidaturas. Hoje, vejo meia dúzia. Tomara que apareçam mais para a população avaliar a história de vida e o que cada um realizou com o mandato que teve”, pontuou. No campo da disputa pelo governo do Estado, o ministro reafirmou seu entusiasmo com a candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSB), classificando-a como a grande revelação da política matogrossense.

Para Fávaro, o perfil técnico e a sensibilidade social da profissional de saúde são o que o estado necessita no momento. “A Natasha é uma pessoa muito bem preparada, uma médica e empresária que tem a política na essência. Minha avaliação é que ela é a melhor opção para o governo, pois Mato Grosso é um estado que cresce e é pujante, mas ainda deixa muito a desejar na inclusão social”, concluiu.

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