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Após o assassinato da servidora pública Maquiane de Brito Arruda, de 28 anos, morta com cinco facadas pelo ex-companheiro, Calil Moreira Nunes, na útima quinta-feira (28), a deputada estadual Janaína Riva (MDB) usou as redes sociais para desabafar sobre mais um feminicídio em Mato Grosso. Segundo a parlamentar, a pauta não é sobre partidos, mas sim uma causa de todos.  

Maquiane, que trabalhava na da Prefeitura de Novo Santo Antônio é a 36ª vítima de feminicídio neste ano no Estado. “Infelizmente perdemos mais uma mulher vítima de feminicídio no estado de Mato Grosso. Maquiane foi morta pelo seu esposo Calil na frente das duas filhas pequenas que ficaram órfãs. Uma mulher trabalhadora, juma mulher que merecia ter o direito à vida como todas nós mulheres merecemos”, afirmou a deputada. 

Conforme informações da Polícia Militar, o crime foi praticado por volta das 21h20 quando Maquiane estava em casa. Ela levou uma das filhas ao banheiro quando Calil chegou na propriedade em uma caminhonete. Ele desembarcou do veículo portando uma faca e começou a perguntar por Maquiane.  

Para proteger a criança, a vítima alegou que a filha não estava em casa. Calil conseguiu alcançar a mulher e desferiu diversas facadas contra ela, que morreu no local. O feminicida conseguiu fugir e as forças de segurança estão realizando buscas para prendê-lo.  

“Que tristeza é ver que esse assunto tem sido menosprezado por muitos, especialmente por aqueles que poderiam fazer a diferença com ações de proteção às mulheres mato-grossenses. 37ª vítima no estado que mais mata mulheres no Brasil é muito revoltante”, desabafou Janaína. 

EPIDEMIA EM MT

Na mesma noite, uma mulher de 53 anos foi sfaqueada nove vezes pelo ex-marido em Sinop (500 km de Cuiabá). Populares prestaram socorro e encaminharam a vítima ao Hospital Regional. Mesmo ferida, ela confirmou que o autor da agressão era o ex-marido e revelou já possuir uma medida protetiva contra ele.  

Embora esteja consciente, o quadro de saúde é considerado grave e ela corre risco de morte. A Polícia Civil investiga o caso e mantém diligências para capturar o suspeito. Em ambos os casos, os homens não aceitavam o fim do relacionamento com as vítimas.

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