Política

Deputados detonam Wellington Fagundes e lembram situação de BRs em Mato Grosso: “manda no Dnit”

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Após o senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes (PL), afirmar que vai paralisar as obras do Parque Novo Mato Grosso caso vença as eleições, os deputados estaduais Gilberto Cattani (PL) e Dilmar Dal Bosco (UB) criticaram as falas do parlamentar. Os dois defenderam a conclusão do complexo, que já está em fase final de construção, exaltando os benefícios que o local trará para o turismo e economia da capital.

A declaração de Wellington Fagundes foi feita durante uma entrevista, onde ele defendeu que os recursos atualmente destinados ao empreendimento sejam redirecionados para áreas como habitação, saneamento básico e infraestrutura. O senador criticou a destinação de recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) para a obra.

Ao comentar sobre a fala de Fagundes, Dilmar Dal Bosco, destacou que os eventos realizados no Parque Novo Mato Grosso têm fomentado a economia da capital, com lotação de hotéis, restaurantes e uma série de outros setores. O líder do Governo aproveitou para alfinetar o senador, afirmando que o parlamentar nunca atuou em cargos do Executivo.

“Ele nunca foi gestor. Não sabe o que é fazer gestão com seriedade e eficiência, pois sempre foi legislador. Além disso, ficou muito tempo ‘mandando’ no DNIT, até mesmo no governo do PT, com diretorias e estruturas que tinham influência em Mato Grosso e em outras regiões do país. O Parque Novo Mato Grosso vai ajudar a vender as belezas do nosso Estado, o turismo e a nossa cultura. Nós temos que mostrar Mato Grosso para o Brasil e para o mundo. Qualquer evento que acontece lá, lota hotéis e movimenta a economia local”, afirmou Dilmar.

Cattani afirmou que o Governo do Estado tem condições de executar obras nas duas frentes, apontando que os recursos do Fethab podem contemplar a habitação e também a conclusão das obras no Parque Novo Mato Grosso. O deputado também destacou que não faz sentido paralisar os trabalhos que já estão praticamente no final. “Temos sim, que dar habitação para as pessoas. Existe uma cultura de invasão de propriedade aqui no Estado que nós temos que acabar. Eu não tenho o entendimento da proposta que o senador está fazendo, mas acho que não se deve parar uma obra que está a passos largos, caminhando, porque o Estado tem condições de fazer as duas coisas”, apontou Cattani.

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