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Mauro avisa facções em MT: “se vierem ao confronto, vão se ferrar”

O governador Mauro Mendes (União) se manifestou sobre a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 121 pessoas, sendo quatro policiais e 117 faccionados do Comando Vermelho. O gestor garantiu que caso os membros da facção em Mato Grosso resolvam peitar as forças de segurança levarão a “pior e se ferrar”.  

“É um fato muito lamentável, mas necessário. Se aquelas pessoas resolveram enfrentar as forças policiais no Brasil inteiro estão preparadas, eu só lamento. Aqui no Mato Grosso nós tivemos diversas operações. As grandes operações, graças a Deus, aconteceram tranquilamente. Agora, se tiver [confronto], os bandidos vão se ferrar porque a polícia está bem preparada para enfrentar a facção. Se enfrentou, vai ser preso, vai ser entregue na Justiça e vai ser julgado de acordo com as leis brasileiro”, afirmou nesta quinta-feira (30). 

Quatro policiais foram mortos, sendo dois civis e dois militares. Eles foram identificados como Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho (51), Rodrigo Velloso Cabral (34), Cleiton Serafim Gonçalves (42) e Heber Carvalho da Fonseca (39).

Mendes disse que conversou por vídeo com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). “Alguns governadores estarão lá hoje. Eu, infelizmente, tenho uma agenda muito apertada e talvez eu não consiga ir. Ontem, eu falei por vídeo com os governadores para externar a solidariedade, dei parabéns ao Cláudio Castro. Tenho certeza que o Brasil precisa reagir fortemente a essas facções criminosas”, declarou.

Mendes ainda comparou as 117 mortes dos faccionados com as de inocentes que os próprios criminosos matam. “Aquelas pessoas não precisavam morrer, mas também não precisavam, as facções criminosas, matar quase 100 pessoas por dia. Faz um balanço aí. Todos os dias morrem no Brasil 220 pessoas e grande parte delas são bandidos matando bandidos. São facções criminosas matando bandidos. Matando pessoas inocentes e temos que parar com isso. Tem que botar um freio nessas pessoas. Tem que botar um freio nas facções criminosas. Isso é relevante discutir nesse momento”, afirmou. 

Para o governador, o Estado tem que mostrar o seu poder de confronto. “Não é matando, mas também não é deixando os bandidos ficarem matando. Se as facções criminosas lá no Rio de Janeiro enfrentaram as forças de segurança e levaram a pior. Foi uma escolha que eles fizeram”, avaliou o governador. 

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