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O governador Mauro Mendes (União) minimizou os boatos de que seu vice, Otaviano Pivetta (Republicanos) estaria articulando sua migração para o PL. Em entrevista nesta terça-feira (16), o gestor afirmou que apenas ouviu nos bastidores especulações e classificou o assunto como “rumores e fofocas”.

“Escutei rumores por aí. Mas são rumores, são possibilidades e até lá vai ter muitos rumores, muitas fofocas, muitas possibilidades, muitos pensamentos que são extravasados e acabam virando uma fofoca”, disse o governador durante a entrega do Laboratório Central de Mato Grosso (Lacen-MT). Pivetta foi o nome escolhido por Mauro Mendes para ser seu sucessor ao Governo do Estado em 2026.

Além do apoio da base governista, o vice-gestor conta também com a ‘benção’ do setor do agronegócio, encabeçado por Eraí Maggi e seu irmão, o ex-governador, ex-senador e ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi.  Contudo, o grupo que vem unido desde 2018 teme sofrer um racha.

Isso porque, nem todos “cabem no barco” em 2026. O senador Jayme Campos (UB) tenta salvar alguma candidatura com a Executiva Nacional do União Brasil.

Além disso, o senador Wellington Fagundes (PL), reeleito em 2022 com apoio de Mendes e Pivetta, já se coloca como pré-candidato ao Palácio Paiaguás. Ao ser questionado se teria sido consultado sobre a eventual mudança do vice-governador, Mendes respondeu que não foi.

Entretanto, ele também minimizou a relevância partidária no processo eleitoral atualmente. “Para ganhar uma eleição, você não precisa ter partido político, você precisa ter a confiança da maioria dos eleitores. Os partidos, infelizmente, no Brasil, não têm a confiança do cidadão brasileiro. Então não é o partido A, B, C ou D que vai determinar quem vai ganhar uma eleição nesse país”, afirmou.

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