Max Russi quer fechar chapa da Mesa da ALMT em 30 dias; disputa pela 1ª-secretaria tem alvo da PF
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), disse que quer fechar em até 30 dias a chapa para a eleição da Mesa Diretora, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A disputa mais acirrada é pela 1ª-secretaria, cargo que controla a parte administrativa e financeira da Casa, e um dos interessados é alvo de investigação da Polícia Federal.
Quatro nomes para a 1ª-secretaria
Segundo os bastidores publicados nesta quarta-feira (28) por veículos de Cuiabá, Max Russi, o deputado mais votado de MT em 2026, é favorito para continuar na presidência. O atual 1º-secretário, Dr. João (MDB), quer seguir no cargo, mas o posto também é disputado por Faissal Calil (PL), Diego Guimarães (Republicanos) e Chico Guarnieri (PSDB). Max também quer incluir na chapa as deputadas eleitas Alessandra Ferreira (Podemos) e Samantha Iris (PL).
Pendências na Justiça
Faissal Calil, reeleito com cerca de 41 mil votos, foi alvo da Operação Gemini, da Polícia Federal, que apura suposta venda de decisões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ele nega qualquer envolvimento e diz estar disposto a prestar esclarecimentos. Não há denúncia nem condenação contra ele no caso.
Já Alessandra Ferreira, eleita com cerca de 50,8 mil votos, responde a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pelo partido Agir, que a acusa de abuso de poder político e econômico com uso da estrutura da Prefeitura de Rondonópolis. A ação ainda não foi julgada.
Os dois aparecem num levantamento publicado neste mês segundo o qual ao menos nove deputados eleitos ou reeleitos para a próxima legislatura da ALMT são citados em investigações, ações ou condenações. O espaço segue aberto para manifestação dos parlamentares citados.
Com informações de Estadão Mato Grosso, Mato Grosso Mais, Infoverus, Folha do Estado e Sorriso News.
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