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Renan Santos ironiza carta de Flávio: “O Brasil não ganha em nada com esta oposição EAD”

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O presidente do partido Missão e fundador do MBL, Renan Santos, criticou nesta quarta-feira (28) a carta em que Flávio Bolsonaro (PL) afirma que vai liderar a oposição ao governo Lula a partir dos Estados Unidos. “O Brasil não ganha em nada com esta oposição EAD”, disse Renan em vídeo publicado nas redes sociais, comparando a atuação a distância a um curso de ensino a distância.

Comparação com Guaidó

No vídeo, Renan comparou a postura de Flávio à de Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente da Venezuela em 2019. A primeira versão da carta de Flávio o chamava de “presidente eleito”; depois, ao publicá-la no X, o senador trocou o termo por “líder”. A carta fala em fraude na eleição, mas não apresenta provas.

Em tom de ironia, Renan também brincou que se declararia presidente. Segundo ele, a oposição feita do exterior serve a interesses americanos, e ele citou como exemplo o interesse dos EUA nas terras raras brasileiras.

“Vou ficar no Brasil”

Renan disse que é oposição natural ao governo Lula e que vai continuar no país para responder por suas posições. Um dia antes, quando a saída de Flávio ainda não estava confirmada, ele já havia afirmado que “o caminho natural do Flávio era fugir”.

Flávio nega ter fugido e diz ser vítima de perseguição política. Ele deixou o Brasil sem entregar os passaportes, como havia determinado o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Com informações de O Tempo, Diário da Manhã, BNews, bahia.ba e Metrópoles.

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