Brasil

Renan Santos chama crise de Flávio de “novela de Instagram” e diz não fazer parte da “direita brasileira”

2 min de leitura
Compartilhar

O presidente do partido Missão e fundador do MBL, Renan Santos, classificou a crise em torno da saída de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos como uma “novela de Instagram”. Em entrevista à rádio O POVO CBN, de Fortaleza, nesta sexta-feira (30), ele também disse que não faz parte da “direita brasileira”, que ele associa a gostar de Jair Bolsonaro e ser contra o PT.

“A novela continua”

“É uma novela, um entretenimento vinculado à figura da família Bolsonaro”, afirmou Renan. Segundo ele, novos personagens crescem na trama, como o deputado reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) e a senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL-DF), enquanto o papel principal é disputado entre Jair, Flávio e Eduardo Bolsonaro. Para Renan, os eleitores do senador acompanham a crise como capítulos: “Será que ele vai encontrar o Trump? Será que o Trump vai apoiar ele? Será que o Tarcísio vai ouvir ele?”.

Neutralidade foi “ato político”

Renan, que ficou neutro no segundo turno entre Lula e Flávio, disse que a decisão foi um “ato político”, e não “ficar em cima do muro”. Na sua primeira eleição, ele terminou o primeiro turno em quarto lugar, com 2.675.887 votos (2,24%). O Missão recebeu o registro do Tribunal Superior Eleitoral em novembro de 2025.

MBL em São Paulo

Em São Paulo, a vereadora Amanda Vettorazzo (União), integrante do MBL, lançou um abaixo-assinado pela cassação do vereador Senival Moura (PT), preso preventivamente na Operação Última Parada, que investiga lavagem de dinheiro ligada ao PCC no transporte público de São Paulo, segundo o Metrópoles desta sexta-feira (30). A defesa de Senival nega envolvimento com organizações criminosas e diz que ele “permanece firme em sua declaração de inocência”.

Com informações de O POVO e Metrópoles.

📲 Compartilhar no WhatsApp

📩 Receba as notícias do TMP no seu e-mail: assine a newsletter.

Publicidade

Publicidade